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CONSELHOS PARA A VIDA E A CARREIRA…!!!
DO IT
Lenine
Tá cansada, senta
Se acredita, tenta
Se tá frio, esquenta
Se tá fora, entra
Se pediu, aguenta
Se pediu, aguenta…
Se sujou, cai fora
Se dá pé, namora
Tá doendo, chora
Tá caindo, escora
Não tá bom, melhora
Não tá bom, melhora…
Se aperta, grite
Se tá chato, agite
Se não tem, credite
Se foi falta, apite
Se não é, imite…
Se é do mato, amanse
Trabalhou, descanse
Se tem festa, dance
Se tá longe, alcance
Use sua chance
Use sua chance…
Hê Hô, Hum! Nanananã!
Hê Hô, Hum! Nanananã!
Hê Hô, Hum! Nanananã!
Hê Hô!, Hum!…
Se tá puto, quebre
Tá feliz, requebre
Se venceu, celebre
Se tá velho, alquebre
Corra atrás da lebre
Corra atrás da lebre…
Se perdeu, procure
Se é seu, segure
Se tá mal, se cure
Se é verdade, jure
Quer saber, apure
Quer saber, apure…
Se sobrou, congele
Se não vai, cancele
Se é inocente, apele
Escravo, se rebele
Nunca se atropele…
Se escreveu, remeta
Engrossou, se meta
E quer dever, prometa
Prá moldar, derreta
Não se submeta
Não se submeta…
Hê Hô, Hum! Nanananã!
Hê Hô, Hum! Nanananã!
Hê Hô, Hum! Nanananã!
Hê Hô! Hum!…
NÃO SE RENDA: NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS
Desde criança Svetlana tinha uma paixão e um sonho: ser uma grande bailarina do Balé Bolshoi.
Um dia, Svetlana teve sua grande chance. Conseguira uma audiência com Sergei Davidovitch, mestre do Bolshoi, que estava selecionando aspirantes para a companhia.
Dançou como se fosse seu último dia na Terra. Colocou tudo que sentia e que aprendera em cada movimento.
Ao final, aproximou-se do mestre e perguntou-lhe:
- Então, o senhor acha que eu posso me tornar uma grande bailarina?
- Não – respondeu o mestre.
Na longa viagem de volta a sua aldeia, Svetlana, em meio às lágrimas, imaginou que nunca mais aquele “Não” deixaria de reverberar em sua mente.
Dez anos mais tarde, Svetlana, já uma estimada professora de balé, criou coragem de ir à apresentação anual do Bolshoi em sua região. Sentou-se bem à frente e notou que o senhor Davidovitch ainda era o mestre.
Depois do concerto, aproximou-se do cavalheiro e contou-lhe quanto doera, anos atrás, ouvir-lhe dizer que não seria capaz de participar do Bolshoi.
- Mas, minha filha, eu digo isso a todas as aspirantes – respondeu o senhor Davidovitch.
- Como o senhor poderia cometer uma injustiça dessas? Dediquei toda minha vida! Todos diziam que eu tinha o dom. Eu poderia ter sido um sucesso se não fosse o descaso com que o senhor me avaliou.
Havia solidariedade e compreensão na voz do mestre, mas ele não hesitou ao responder:
- Perdoe-me, minha filha, mas você nunca poderia ter sido grande o suficiente se foi capaz de abandonar seu sonho ao ouvir o primeiro “não”.
Narrativa de domínio público.
Fonte: livro ‘As mais belas parábolas de todos os tempos’ (Editora Leitura) – Vol. III.
“Nos cumes dos grandes montes não há lugar para sentar, portanto, permanecer no topo é mais difícil do que chegar lá!”
Albírio Gonçalves.














