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	<description>Consultor Empresarial, Coach e Executivo!</description>
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		<title>CABEÇA QUENTE, MELHOR DESEMPENHO</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 08:00:14 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">
<p><strong><a href="http://albirio.files.wordpress.com/2012/02/melhor-desempc3a9nho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7051" title="MELHOR DESEMPÉNHO" src="http://albirio.files.wordpress.com/2012/02/melhor-desempc3a9nho.jpg?w=593" alt=""   /></a>Na dose certa, a preocupação pode trazer grandes benefícios.</strong></p>
<p>Se a preocupação faz parte do universo humano de forma tão marcante, pode ter também uma função positiva. O psicólogo Graham Davey, pesquisador da Universidade de Sussex, Inglaterra, foi um dos primeiros especialistas a sugerir esse potencial útil. Em um estudo de 1994, Davey explorou várias decorrências dessa tendência natural; por meio de entrevistas descobriu que, embora a aflição possa piorar as coisas, para várias pessoas esse estado pode ser construtivo e motivar a resolução de problemas e até mesmo reduzir a ansiedade.</p>
<p>Pesquisas mais recentes apoiam a ideia de que níveis elevados de preocupação podem melhorar o desempenho. Em 2005, a psicóloga Maya Tamir, então da Universidade Stanford, mostrou que, de fato, a preocupação dos alunos antes de passarem por um teste cognitivo ajudava os mais tensos e instáveis emocionalmente a ter resultados melhores. Já o nível de aflição anterior não afetou a experiência para os participantes mais centrados. De forma geral, estes enfrentaram os desafios de forma mais tranquila.</p>
<p>Especialistas suspeitam que, em muitos casos, a preocupação pode não só beneficiar o desempenho como ainda incentivar a ação. Um estudo de 2007 publicado no periódico <em>Cognition and Emotion</em> revelou que os fumantes podem ser mais propensos a ser convencidos a desistir do cigarro quando se preocupam com os riscos. Os resultados promissores estimularam os autores do estudo a sugerir estratégias mais eficazes, como ter médicos lembrando as pessoas dos pontos negativos, capitalizando a relação entre motivação e preocupação para incentivá-las a largar o fumo.</p>
<p>Embora seja difícil traçar a linha precisa entre a preocupação saudável e a aflição prejudicial, Michel Dugas, psicólogo da Universidade Concórdia, em Montreal, costuma descrever essa situação como uma curva de sino, na qual os níveis moderados estão associados à função em sua manifestação saudável; já os excessivamente preocupados se vinculam ao declínio no desempenho.</p>
<p>A pesquisadora Christine Calmes, que desenvolveu um trabalho de pós-doutorado no Capitol Mental Illness Research, Education and Clinical Center, em Baltimore, acredita que as pessoas bem-sucedidas obedecem a uma escala um pouco mais alta em termos de preocupação. Em sua opinião, desde que a aflição não tire o melhor de alguém (como sua lucidez, por exemplo), ela pode ser benéfica. Ou seja, o segredo está na forma como as pessoas lidam com a situação: se a preocupação as motivar a trabalhar com mais atenção aos detalhes sem paralisá-las ou roubar lhes a saúde, então certamente é positiva.</p>
<p style="text-align:right;">Fonte: Mente Cérebro Online &#8211; Notícias.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/albirio.wordpress.com/7050/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/albirio.wordpress.com/7050/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/albirio.wordpress.com/7050/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/albirio.wordpress.com/7050/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/albirio.wordpress.com/7050/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/albirio.wordpress.com/7050/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/albirio.wordpress.com/7050/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/albirio.wordpress.com/7050/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/albirio.wordpress.com/7050/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/albirio.wordpress.com/7050/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/albirio.wordpress.com/7050/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/albirio.wordpress.com/7050/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/albirio.wordpress.com/7050/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/albirio.wordpress.com/7050/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=albirio.com&amp;blog=8914319&amp;post=7050&amp;subd=albirio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>VESTIR A CAMISA: SIM OU NÃO?</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 08:00:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por José Augusto Figueiredo* A alta competitividade e a rotatividade do mercado de trabalho atual despertam em algumas pessoas a necessidade de se sentirem mais compromissadas com a organização em que atuam. Algumas buscam inconscientemente essa dedicação aparente para se &#8230; <a href="http://albirio.com/2012/02/23/vestir-a-camisa-sim-ou-nao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=albirio.com&amp;blog=8914319&amp;post=7045&amp;subd=albirio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://albirio.files.wordpress.com/2012/02/vestir-a-camisa-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7046" title="VESTIR A CAMISA 2" src="http://albirio.files.wordpress.com/2012/02/vestir-a-camisa-2.jpg?w=300&#038;h=183" alt="" width="300" height="183" /></a></p>
<p>Por José Augusto Figueiredo*</p>
<p>A alta competitividade e a rotatividade do mercado de trabalho atual despertam em algumas pessoas a necessidade de se sentirem mais compromissadas com a organização em que atuam. Algumas buscam inconscientemente essa dedicação aparente para se sentirem úteis e valorizadas, pois se tornaram dependentes do vínculo afetivo que criaram com o trabalho.</p>
<p>&#8220;Vestir a camisa&#8221; de uma empresa, embora para muitos pareça um fator positivo, pode ser uma grande armadilha. Um indivíduo que passou boa parte de sua vida em uma instituição, investindo em seu trabalho e esperando uma valorização em troca, está mais propenso a entrar em um grande conflito interno, em caso de desligamento. Esse tipo de situação é mais comum entre os profissionais da geração X, que colocaram em suas carreiras altas doses de vínculo &#8220;aspiracional&#8221;.</p>
<p>Já a geração Y passa pelo movimento contrário: são descamisados profissionais. Quando entram em uma instituição, eles têm como prioridade seus próprios sonhos e suas próprias metas. Esses jovens são colaboradores desapegados que possuem uma identidade própria independentemente da organização em que trabalham. Já as gerações anteriores adotaram para si a identidade de suas organizações.</p>
<p>Os profissionais mais jovens tendem a se preocupar, primeiramente, com o que consideram importante e relevante para si mesmos. E, por isso, colocam os ideais e as metas da empresa em um plano paralelo ao seu, e são movidos por desafios contínuos. Realização. Para eles, salário e benefícios não são motivos de comprometimento. Sua permanência em uma organização está, geralmente, relacionada à capacidade que a empresa tem de inovar e reconhecê-los. Essa geração crê que o objetivo de seu trabalho é a realização pessoal.</p>
<p>Comparando as duas, é possível perceber como as mudanças econômicas, políticas e sociais influenciaram o comportamento dos indivíduos no mercado de trabalho.</p>
<p>A reestruturação pós-crise, por exemplo, alterou as relações da &#8220;pessoa&#8221; com a &#8220;empresa&#8221;. Diante de qualquer oportunidade de troca, um profissional contemporâneo não hesitará em migrar de companhia. Isso ocorre porque muitos têm hoje uma relação meramente profissional com o trabalho, o que é saudável. Afinal, o vínculo emocional não é mais estável, já que muda de acordo com as diferentes situações vividas dentro da organização.</p>
<p>Nesse contexto, o que antes era visto como honra e mérito, hoje soa como careta e até repulsivo. Mas vale lembrar que a geração Y não teve tempo de desenvolver habilidades como a geração anterior. Os mais velhos aprenderam com a escola da vida e, justamente por isso, entram em conflito com os mais novos.</p>
<p>Muitas vezes, um Y tem dificuldade em confiar em um X, pois se esquece de que aquela pessoa pode até ter menos conhecimento teórico do que ele, mas tem muito mais experiência e habilidade para lidar com situações diversas.</p>
<p>A geração Y vem com o mesmo defeito de fábrica que as anteriores: cresceu dentro de um modelo educacional que privilegia o individualismo e a competição, o que há tempos é um grave problema em vários lugares do mundo. Na escola, o aluno é valorizado por seu desempenho individual, e quanto maior forem suas notas, melhor será sua valorização.</p>
<p>Espírito de grupo. Quando esses indivíduos vão parar no mercado de trabalho, eles não sabem trabalhar em equipe, pois passaram a vida toda sendo valorizados por aquilo que faziam individualmente. Sendo assim, eles têm muita dificuldade de compartilhar conhecimento.</p>
<p>Fazendo todas essas considerações, o que nossa experiência demonstra é que todo sentimento em demasia gera desequilíbrio. E esse fato pode prejudicar o desenvolvimento profissional.</p>
<p>Se por um lado &#8220;vestir a camisa&#8221; pode ser algo negativo, dependendo das proporções que tal comprometimento tiver, ser um profissional sem amarras nem consonância com os ideais da corporação também pode contribuir para relações efêmeras e superficiais, que em nada viabilizam o crescimento.</p>
<p style="text-align:right;">(*) É Chief Operating Officer (COO) da DBM na América Latina e presidente do International Coaching Federation – ICF Brasil.</p>
<p style="text-align:right;">Fonte: <a href="http://revistavocerh.abril.com.br" target="_blank">http://revistavocerh.abril.com.br</a>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/albirio.wordpress.com/7045/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/albirio.wordpress.com/7045/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/albirio.wordpress.com/7045/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/albirio.wordpress.com/7045/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/albirio.wordpress.com/7045/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/albirio.wordpress.com/7045/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/albirio.wordpress.com/7045/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/albirio.wordpress.com/7045/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/albirio.wordpress.com/7045/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/albirio.wordpress.com/7045/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/albirio.wordpress.com/7045/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/albirio.wordpress.com/7045/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/albirio.wordpress.com/7045/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/albirio.wordpress.com/7045/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=albirio.com&amp;blog=8914319&amp;post=7045&amp;subd=albirio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>ENTRE ASPAS &#8211; PHILIP KOTLER</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 10:00:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;Não olhe para o ciclo de vida do produto: olhe para o ciclo de vida do mercado.&#8221; Philip Kotler<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=albirio.com&amp;blog=8914319&amp;post=7041&amp;subd=albirio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align:center;"><a href="http://albirio.files.wordpress.com/2011/10/entre-aspas.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-6411" title="ENTRE ASPAS" src="http://albirio.files.wordpress.com/2011/10/entre-aspas.jpg?w=150&#038;h=67" alt="" width="150" height="67" /></a></h4>
<h4 style="text-align:center;"><strong>&#8220;Não olhe para o ciclo de vida do produto: olhe para o ciclo de vida do mercado.&#8221;</strong></h4>
<p style="text-align:center;">Philip Kotler</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/albirio.wordpress.com/7041/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/albirio.wordpress.com/7041/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/albirio.wordpress.com/7041/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/albirio.wordpress.com/7041/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/albirio.wordpress.com/7041/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/albirio.wordpress.com/7041/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/albirio.wordpress.com/7041/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/albirio.wordpress.com/7041/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/albirio.wordpress.com/7041/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/albirio.wordpress.com/7041/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/albirio.wordpress.com/7041/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/albirio.wordpress.com/7041/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/albirio.wordpress.com/7041/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/albirio.wordpress.com/7041/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=albirio.com&amp;blog=8914319&amp;post=7041&amp;subd=albirio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>CARNAVAL E TRABALHO: A DIFERENÇA ESTÁ EM FAZER O QUE SE GOSTA</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 02:34:43 +0000</pubDate>
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<p><strong>Quando estamos em um emprego ou profissão que não gostamos, passar o dia é um martírio e quase tudo é motivo para stress e insatisfação. Isso tem pouco a ver com dinheiro e sim com a falta de aptidão para aquela tarefa.</strong></p>
<p>Por Eduardo Ferraz*</p>
<p>Há alguns anos, o publicitário Júlio Ribeiro disse, meio brincando, que provavelmente as melhores empresas para se trabalhar no mundo eram as grandes escolas de samba, pois sempre havia centenas de candidatos por cada vaga para desfilar.</p>
<p>O interessante é que nessa história há um fundo de verdade. Tem muita gente que se mata o ano todo para desfilar no Carnaval. Durante meses a pessoa vai a todos os ensaios, nunca se atrasa, dedica-se ao máximo, trabalha de madrugada, compete para ser posicionado nas alas mais destacadas, gasta do próprio bolso em fantasias, colabora com os outros departamentos, canta o samba enredo com emoção e não recebe um centavo por todo esse trabalho!</p>
<p>Tudo isso para desfilar por uma hora! Esperam angustiados o resultado da votação e quando a escola perde choram por dias e quando ganha comemoram como se tivessem ganho na loteria.</p>
<p>Muitas dessas mesmas pessoas não têm a mesma dedicação em seu trabalho formal. Fazem para o gasto, chegam atrasadas e não se preocupam se a empresa está indo bem ou mal.</p>
<p>Por que isso acontece? Porque no primeiro caso elas estão automotivadas! Fazem esse esforço por que querem, sem ninguém mandar e dão o melhor de si.</p>
<p>Quando estamos em um emprego ou profissão que não gostamos, passar o dia é um martírio e quase tudo é motivo para stress e insatisfação. Isso tem pouco a ver com dinheiro e sim com a falta de aptidão para aquela tarefa.</p>
<p>Por isso, o ideal seria procurar profissões onde haja prazer em executar as principais atividades relacionadas a ela. Isso só vai ocorrer se você trabalhar em áreas onde seus principais talentos podem ser aproveitados ao máximo para você se sentir realizado. A remuneração, o aprendizado e o reconhecimento virão como consequência.</p>
<p style="text-align:right;">(*)<strong> </strong>É consultor em Gestão de Pessoas e especialista em treinamentos e consultoria &#8220;in company&#8221;, com aplicações práticas da Neurociência comportamental. Possui mais de 30.000 horas de experiência em empresas. É pós-graduado em Direção de Empresas pela PUC-PR e especializado em Dinâmica de Grupos pela SBDG. Autor do livro &#8220;Por que a gente é do jeito que a gente é?&#8221;, da Editora Gente.</p>
<p style="text-align:right;">Fonte: Portal Administradores.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/albirio.wordpress.com/7037/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/albirio.wordpress.com/7037/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/albirio.wordpress.com/7037/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/albirio.wordpress.com/7037/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/albirio.wordpress.com/7037/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/albirio.wordpress.com/7037/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/albirio.wordpress.com/7037/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/albirio.wordpress.com/7037/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/albirio.wordpress.com/7037/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/albirio.wordpress.com/7037/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/albirio.wordpress.com/7037/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/albirio.wordpress.com/7037/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/albirio.wordpress.com/7037/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/albirio.wordpress.com/7037/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=albirio.com&amp;blog=8914319&amp;post=7037&amp;subd=albirio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>ENTRE ASPAS &#8211; CHARLES CHAPLIN</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 02:21:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albirio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Nada é permanente nesse mundo cruel. Nem mesmo os nossos problemas.&#8221; Charles Chaplin<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=albirio.com&amp;blog=8914319&amp;post=7034&amp;subd=albirio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align:center;"><a href="http://albirio.files.wordpress.com/2011/10/entre-aspas.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-6411" title="ENTRE ASPAS" src="http://albirio.files.wordpress.com/2011/10/entre-aspas.jpg?w=150&#038;h=67" alt="" width="150" height="67" /></a></h4>
<h4 style="text-align:center;"><strong>&#8220;Nada é permanente nesse mundo cruel. Nem mesmo os nossos problemas.&#8221;</strong></h4>
<p style="text-align:center;">Charles Chaplin</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/albirio.wordpress.com/7034/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/albirio.wordpress.com/7034/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/albirio.wordpress.com/7034/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/albirio.wordpress.com/7034/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/albirio.wordpress.com/7034/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/albirio.wordpress.com/7034/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/albirio.wordpress.com/7034/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/albirio.wordpress.com/7034/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/albirio.wordpress.com/7034/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/albirio.wordpress.com/7034/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/albirio.wordpress.com/7034/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/albirio.wordpress.com/7034/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/albirio.wordpress.com/7034/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/albirio.wordpress.com/7034/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=albirio.com&amp;blog=8914319&amp;post=7034&amp;subd=albirio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>CAÇANDO O CAÇADOR DE EXECUTIVOS</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 03:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albirio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Como chamar a atenção de headhunters e conquistar as vagas mais desejadas do mercado. Uma grande empresa não contrata seus executivos anunciando suas vagas no jornal ou na internet. São posições que exigem profissionais com características ímpares, capazes de lidar &#8230; <a href="http://albirio.com/2012/02/16/cacando-o-cacador-de-executivos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=albirio.com&amp;blog=8914319&amp;post=7027&amp;subd=albirio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><a href="http://albirio.files.wordpress.com/2012/02/na-mira-do-headhunter.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7030" title="NA MIRA DO HEADHUNTER" src="http://albirio.files.wordpress.com/2012/02/na-mira-do-headhunter.jpg?w=300&#038;h=185" alt="" width="300" height="185" /></a></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Como chamar a atenção de headhunters e conquistar as vagas mais desejadas do mercado.</strong><strong></strong></p>
<p>Uma grande empresa não contrata seus executivos anunciando suas vagas no jornal ou na internet. São posições que exigem profissionais com características ímpares, capazes de lidar com enormes responsabilidades e, por isso mesmo, os headhunters especializam-se na busca pelos talentos que ocuparão as vagas mais desejadas e bem remuneradas do mercado.</p>
<p>Para estar na mira de um desses caçadores de executivos, no entanto, não é fácil. A concorrência é grande e ter uma posição de destaque de modo que chame a atenção desses consultores é trabalhoso e demorado.</p>
<p>A primeira lição a é que o headhunter procura executivos para uma determinada vaga, e não o contrário.  Por isso, não se deve alimentar a expectativa de que basta enviar um currículo e o headhunter lhe conseguirá um emprego.</p>
<p>“Normalmente, esses consultores gostam de procurar e não de ser procurado. Existem muitos casos de profissionais ansiosos esperando por uma recolocação e que ficam nervosos com o headhunter quando não são atendidos. É preciso entender que não é assim que as coisas funcionam”, explica o ex-headhunter Gutemberg G. Macedo, que hoje atua na área de outplacement.</p>
<p>Para o headhunter Robert Wong, um bom relacionamento entre o consultor e o executivo é fundamental. “É muito importante que o profissional que deseja uma dessas posições estabeleça contato com um headhunter, mas é importante que isso seja feito com elegância, sem demasiada insistência, num nível saudável e cordial. O profissional também pode e deve ajudar o headhunter com informações úteis sobre vagas disponíveis e indicações de outros profissionais, sempre que possível.”</p>
<p>Wong explica que o headhunter conta basicamente com três fontes para selecionar o candidato que será indicado para a vaga executiva. A primeira delas é o seu próprio banco de dados, que é formado por todos os profissionais que já entraram em contato com o consultor.</p>
<p>A segunda fonte é o próprio mercado, que passa por um mapeamento, no qual o headhunter observa os profissionais que atuam naquele segmento em funções semelhantes à vaga em questão.<br />
E a terceira e última fonte é formada pela rede de informantes do próprio headhunter, que dão valiosas informações e indicações dentro de cada segmento do mercado.</p>
<p>“Meu conselho para todos os profissionais é que trabalhem a sua empregabilidade. Invistam em si mesmos, fazendo cursos, trabalhando a autoconfiança, melhorando sua competência técnica e aprimorando sua capacidade em lidar com pessoas”, recomenda Wong.</p>
<p>“Tornem-se profissionais desejados pelas empresas, como um Neymar, um Pelé ou um Michael Jordan. Profissionais desse gabarito não precisam procurar emprego. As empresas é que procuram por eles.”<br />
Macedo, por sua vez, destaca a importância da visibilidade para chamar a atenção e ser lembrado na oportunidade de uma indicação a um headhunter.</p>
<p>Uma dica é se destacar ocupando espaços na mídia, redigindo artigos, publicando livros, cedendo entrevistas, ministrando aulas ou palestras e participando de atividades da câmara de comércio ou de associações de classe.</p>
<p>“Todos esses instrumentos podem ser usados para revelar seu talento, competência, liderança e sua capacidade de comunicação. No mercado profissional, vale aquele ditado popular que diz que moça que não bota a cara na janela, não arranja casamento”, brinca Macedo.</p>
<p style="text-align:right;">Fonte: Portal HSM.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/albirio.wordpress.com/7027/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/albirio.wordpress.com/7027/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/albirio.wordpress.com/7027/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/albirio.wordpress.com/7027/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/albirio.wordpress.com/7027/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/albirio.wordpress.com/7027/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/albirio.wordpress.com/7027/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/albirio.wordpress.com/7027/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/albirio.wordpress.com/7027/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/albirio.wordpress.com/7027/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/albirio.wordpress.com/7027/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/albirio.wordpress.com/7027/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/albirio.wordpress.com/7027/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/albirio.wordpress.com/7027/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=albirio.com&amp;blog=8914319&amp;post=7027&amp;subd=albirio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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