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“É melhor estar preparado para uma oportunidade e não ter nenhuma, do que ter uma oportunidade e não estar preparado.”

Whitney Young Jr.

Colunista Christian Barbosa analisa os perigos de vivermos desconectados da vida real.

Por Christian Barbosa*

A partir do dia 19 de julho, todos os celulares da área 11 passarão a ter nove dígitos. O motivo da mudança é o aumento da capacidade de números, que passará dos atuais 37 milhões para 90 milhões. Todo mundo sabe que ter e manter um celular está cada vez mais acessível hoje em dia e isso acaba se revelando nessa avalanche de aparelhos e linhas existentes.

A questão é que as pessoas estão perdendo o controle na forma de utilizar os aparelhos, especialmente os smartphones – com acesso a internet e redes sociais. Quem tem um, sabe da necessidade inconsciente e viciante de após sair uns 10 minutos para almoçar, clicar no botão Enviar/Receber para checar seus e-mails. Eu já me peguei fazendo isso diversas vezes, muitas pessoas já me falaram que fazem isso. Por que, se acabamos de ver os e-mails? É o vício que a tecnologia gera.

Em meu novo livro “Equilíbrio e resultado – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?”, aponto como é chocante constatar quão conectadas estão as pessoas hoje em dia a seus smartphones, tablets, suas redes sociais, e-mail e toda essa tecnologia com a qual nos habituamos a viver. Vivemos conectados, mas será que estamos de fato conectados com o que verdadeiramente importa?

Pense no seu ambiente de trabalho, nas pessoas mais estressadas que se empenham durante longas jornadas. A maioria delas abdicou da vida pessoal, não consegue tempo para se dedicar a um esporte, nem a si mesma. Algumas até ganham dinheiro, mas não têm tempo para usá-lo em benefício próprio, vivem dependentes do e-mail, do smartphone, estão literalmente tão “conectadas” com essa vida de escravo que se desconectaram da vida real!

Em reuniões de famílias e amigos é fácil identificarmos uma ou duas pessoas completamente ausentes das conversas, mergulhadas em seu mundo particular de e-mails e mensagens. Até mesmo casais pouco se falam em seus encontros.

Utilizando como simbologia o filme Matrix, que tem tudo a ver com gestão de tempo, percebemos que muitas pessoas estão presas na Matriz da Vida, vivendo como se fossem robôs comandados por qualquer coisa além de sua própria vontade, que foi substituída pelo estresse e pela falta de sentido

E se você ainda não tem um smartphone, fique tranquilo, que isso é temporário. Os pesquisadores acreditam que até 2015 todos os celulares terão algum tipo de conexão com e-mail/internet.

Não podemos negar que o uso de smartphones, notebooks, netbooks etc., ajudou a aumentar a produtividade. Porém, podem nos fazer trabalhar muito mais, sem a metodologia certa! Método é mais importante que ferramenta. Nunca se esqueça disso!

Aproveitando, elenco abaixo 10 dicas para você não perder tempo com outro grande vilão nesse âmbito: as redes sociais.

1 – Seja seletivo nas suas redes – Quantidade de redes não é qualidade. Para que participar de redes sociais que não sejam relevantes? O ideal é focar nas principais redes onde seus amigos e interesses estão localizados. Eu por exemplo, uso apenas 4 redes (Facebook, LinkedIn, Twitter e Orkut -> nessa ordem de importância).

2 – Cancele e-mails de notificações – Todas as redes permitem configurar o aviso de recebimento de e-mails, o melhor é cancelar todos, assim você comanda a rede e acessa quando quiser, caso contrário vai ser difícil controlar a vontade de saber porque você foi “taggeado” na foto da sua amiga.

3 – Determine um foco nas redes – Quem tenta agradar a gregos e troianos ao mesmo tempo se complica com um dos lados. Crie uma estratégia para cada rede que você tiver, por exemplo, se você for utilizar o twitter para fins profissionais, não misture com coisas pessoais. Muitas empresas utilizam as redes sociais na hora de contratar um profissional e vai pegar muito mal se houver fotos suas bêbado depois da balada. Mantenha coerência no perfil que você definir, com fotos, textos e comentários! Muita gente tem se queimado sem perceber por falta de estratégia!

4 – Determine horários – Eu não sou contra ver seu Facebook durante o horário de expediente, sou contra o abuso desse uso. Utilize seus horários antes ou após o expediente e seu horário de almoço para caso queira acessar as redes no trabalho para fins pessoais. Eu costumo ver e responder minhas redes no final do dia, em casa.

5 – Siga poucas pessoas, mas relevantes – Para que seguir gente que não tem nada a ver ou que o conteúdo se tornou irrelevante? Faça uma dieta de pessoas que você segue, repare nos próximos dias quem não tem agregado valor e simplesmente deixe de seguir esta pessoa.

6 – Utilize agregadores – Existem sites e softwares que permitem centralizar suas redes sociais ou atualizar a partir de um único post. Eu tenho utilizado o Tweetdeck que me permite atualizar meu Facebook, Twitter e Linkedin de uma só vez. Um site que vale a pena dar uma olhada é o http://www.threadsy.com/ que junta e-mails e suas redes em um só lugar.

7 – Seja relevante nas suas redes – As pessoas gostam de seguir pessoas que fornecem um conteúdo relevante, na medida certa e com periodicidade. Aquele chato que “twitta” muito de uma vez só, acaba perdendo seguidores. E o que “twitta” posts dizendo que acordou de mau humor também não agrega.

8 – Aproveite seu tempo de espera – Eu gosto muito de atualizar minhas redes quanto estou no aeroporto ou esperando para começar um evento. Aproveitar esse tempinho é muito válido desde que seu celular ou tablet estejam habilitados para tal. Existem centenas de softwares para esses dispositivos que mandam muito bem!

9 – Rede social não requer “real time answer” – Não sinta-se obrigado a responder uma mensagem na mesma hora que a pessoa te enviou. Se fosse urgente de verdade, ela encontraria outra forma de falar com você. Se você cria esse péssimo hábito de responder assim que chega, além de acostumar mal as pessoas, vai perder muito tempo desnecessariamente!

10 – Existe vida lá fora – Não é porque a vida social se tornou digital que você vai se esconder atrás de um computador em seus relacionamentos. É preciso reservar um tempo para estar junto com os amigos e família presencialmente!

(*) É especialista em administração de tempo e produtividade e fundador da Triad Consulting (empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo). Facilitador do programa de empreendedores do Sebrae/ONU-Empretec e autor dos livros ‘A Tríade do Tempo e Você’, ‘Dona do Seu Tempo’, ‘Estou em Reunião’ e ‘Mais Tempo, Mais Dinheiro’.

Fonte: Portal Administradores.

Especialista dá dicas de como aproveitar os momentos de lazer para se tornar um profissional melhor.

Por Viviam Klanfer Nunes*

No horário de lazer, a recomendação dos especialistas em desenvolvimento de carreira é que o profissional aproveite o tempo, mesmo que seja bastante limitado, para relaxar e se desligar do trabalho. Isso permite recarregar as energias para voltar a ativa ainda mais disposto e cheio de ideias.

Mas, apesar de ser intitulado como horário de lazer, você sabia que é possível aproveitar esse momento combinando o descanso com o aprimoramento de competências? É o famoso ócio criativo.

As pessoas acreditam que só é possível se desenvolver no ambiente corporativo, e que o lazer não traz retorno nenhum em termos de aperfeiçoamento profissional, segundo explica o professor de psicologia aplicada do Insper, Armando Ribeiro. Grande erro. O momento de lazer deve ser encarado como um tempo para “brincar com as competências”, diz o professor.

Erre o quanto quiser

É lá que você pode exercitar a competência que quiser e com uma grande vantagem: você pode errar, sem medo. O momento de lazer é um período informal, no qual você não tem nenhuma pressão ou obrigação, já que não está no trabalho.

Um simples jogo de futebol pode ser encarado como uma verdadeira escola. Você pode treinar ser um líder, pode ser o organizador, trabalhando várias competências de uma só vez. Você pode exercitar sua habilidade de lidar com a frustração e com pessoas que não mostram comprometimento.

Mas a grande dica para fazer do lazer um momento de aprendizado e aprimoramento, é saber o que você quer – e precisa – aprimorar. Já ouviu aquela frase: “se você não sabe para aonde quer ir, qualquer lugar serve”? Pois bem. Se você não identificou suas falhas e não sabe quais habilidades e competência precisa desenvolver, a estratégia de aproveitar o lazer para isso perde totalmente a eficácia.

Quem é você e o que você quer?

O que aprimorar, então? Algo que todos os profissionais devem considerar é o autoconhecimento. Nos horários de lazer, portanto, que tal fazer terapia? O professor explica que não é preciso adoecer ou passar por alguma situação difícil na vida para procurar um terapeuta. Esse profissional pode ajudá-lo a se conhecer melhor, ou seja, entender quais são suas fraquezas e seus pontos fortes.

O coach também pode te ajudar no processo de autoconhecimento. À medida que você se conhecer melhor, fica mais fácil se desenvolver. De todo modo, usar o momento de lazer para fazer um mergulho dentro de você mesmo, pode trazer muitos resultados positivos. Quem sabe você não descobre que está estagnado na carreira porque não está na profissão certa?

Desenvolvendo as competências

Quando você já sabe o que precisa desenvolver, é hora da ação. Liderança, por exemplo, é uma das competências mais exigidas pelas organizações nos dias atuais. Então, quando for reunir os amigos para um jogo de futebol ou uma partida de pôquer, faça isso pensando em como você pode ser o líder.

“Os jogos podem ser encarados muito mais do que simples jogos”, diz Ribeiro. “Você pode transformar essa atividade em uma oportunidade de exercitar a liderança, organizar o encontro e motivar as pessoas”, sugere o professor. Lembrando que você pode errar e que não há nenhuma pressão para mostrar resultados e números, algo tão normal no ambiente de trabalho.

Trabalhando em equipe com a família

Em casa, no ambiente familiar, você também tem uma grande oportunidade de aperfeiçoar suas habilidades de trabalhar em equipe. Sua família, mais do que esposa, filhos, cunhados e sogros, também é um time. É possível criar situações em que você não se coloca no papel de pai – ou mãe – que manda em casa, mas que influencia as pessoas através de bons argumentos.

“Em casa, com os filhos, o cara pode debater assuntos veiculados recentemente pela mídia. Nessa ocasião, ele trabalha sua capacidade de argumentar, e sua habilidade de se comunicar e expressar ideias”, explica o professor. Ao defender opiniões e – principalmente – aceitar as ideias dos outros, você se torna uma pessoa mais flexível, outra habilidade exigida pelas empresas.

O professor destaca essa relação entre família e trabalho. Cada pessoa é uma só, e não pode se comportar de uma forma no trabalho e de outra em casa. “Quando a pessoa é uma coisa no trabalho e outra em casa, isso gera muito estresse”, diz o psicólogo. O estresse acontece, basicamente, pois quanto mais papéis temos que entrar, mais desgaste isso gera.

Trabalho voluntário

O professor também lembra do trabalho voluntário, que é a união de diversas coisas: comprometimento social, lazer e momento para aprimorar, novamente, suas competências.

O objetivo desse trabalho não é a renda, mas sim aprender a se comunicar com pessoas diferentes e assumir papéis que você não assume no trabalho. “Um diretor de uma empresa, pode ser subordinado de alguém em um trabalho voluntário”, diz o professor. Trocar de papéis pode agregar bastante para quem sabe tirar proveito dessa oportunidade.

(*) É jornalista na Infomoney.

Fonte: Infomoney.

A meia-idade não assusta mais como no passado. Já é possível chegar aos 40 não apenas no auge da carreira, mas em plena forma física.

Por Daniela Diniz*

Há apenas uma geração, para a maioria das pessoas a chegada à meia-idade significava enfrentar uma situação paradoxal. Para os que conseguiam manter o emprego e a carreira em ascensão, o topo ficava bem próximo. Ao mesmo tempo, as condições físicas iniciavam uma trajetória decadente — um percurso especialmente acelerado no mundo corporativo, onde estresse e sedentarismo encontravam, e ainda encontram, um ambiente privilegiado. Passar do limite dos 40 quase sempre era uma experiência psicológica assustadora.

Esse quadro começa a mudar rapidamente — pelo menos para quem tem atitude. Pode-se passar dos 40 com a aparência e a disposição de quem ainda não superou os 35. Simples mudanças de hábitos, aliadas a avanços obtidos pela medicina, permitem conjugar o que antes era privilégio de poucos: o auge na produtividade profissional com o vigor da saúde.

A palavra mágica para fazer parte do time dos bem-sucedidos e saudáveis é prevenção. E, a julgar pela multiplicação dos consultórios, muita gente está empenhada em mudar hábitos antigos. Segundo o geriatra Clineu de Mello Almada Filho, da Universidade Federal Paulista, metade de seus pacientes está na faixa dos 30 aos 40 anos. “Eles nos procuram não por se considerar velhos, mas para continuar se sentindo jovens por mais tempo”, diz Almada Filho.

Foi o que ocorreu com o engenheiro paulista Everaldo França, de 44 anos, diretor da consultoria financeira PPS. Aos 30 anos, França foi à procura de um médico que pudesse acompanhá-lo pelo resto da vida e o ajudasse a prevenir os males trazidos pela idade. Na primeira visita ao geriatra, saiu com apenas uma receita de vitaminas. Com o passar dos anos, foi abreviando o intervalo entre um check-up e outro. Prestava mais atenção na alimentação e contava com um forte aliado: o handebal. Mesmo com uma vida agitada, trabalhando mais de dez horas por dia, ele não dispensava os treinos à noite. “Durante 20 anos, o handebal foi a minha válvula de escape”, diz França. “Além do prazer que sentia jogando, o esporte me livrou de alguns sinais típicos da meia-idade.”

Ele se refere ao acúmulo de gordura no corpo, aos problemas com colesterol e até à aparência de cansaço que muitos de seus amigos gradativamente passaram a exibir. Livrou-se também da falta de disposição para qualquer corridinha e da perda de energia no trabalho. “O corpo agüenta desaforo até certo ponto”, diz França. “Chega um momento em que ele cobra o preço do descuido e, então, não dá mais para se esquivar dos cuidados.”

Há maneiras, porém, de impedir que o corpo dê seus sinais de fadiga antes do tempo e de fazer com que os anos passem sem que as pessoas ao lado e o espelho apontem isso. As próximas linhas podem mostrar como prevenir os problemas que costumam nos acompanhar assim que cruzamos a fronteira dos 40 anos.

Bate, bate, bate, coração (colesterol, hipertensão e obesidade)

Vinte anos atrás, Marcos Moreira, diretor da consultoria Premier Marketing e Serviços, assistiu à morte do pai após uma tentativa de recuperar o coração com uma ponte de safena. O pai de Moreira já havia passado por uma cirurgia desse tipo sete anos antes. Mas o primeiro sinal de alerta não foi suficiente para mudar seus hábitos de vida. “Ele continuou fumante, sedentário e não se preocupava com a alimentação. Morreu aos 66 anos”, afirma Moreira, hoje com 48. Segundo ele, tudo que o pai passou serviu de referência para sua própria vida. “Não quero passar pelo mesmo e sei como evitar esse caminho”, diz.

As doenças relacionadas ao coração matam 160 000 brasileiros por ano, segundo o cardiologista Sérgio Timerman, da Fundação Interamericana do Coração. Uma predisposição genética aliada a maus hábitos alimentares é suficiente para aumentar o risco de um ataque cardíaco ou requisitar um controle do colesterol. No caso dos executivos, a cautela deve ser maior. “Ser executivo por si só já é um fator de risco”, diz Timerman. “Geralmente, ele se alimenta mal, vive estressado e não faz exercícios.” Preocupadas com isso, muitas empresas estão estimulando seus funcionários a cuidar da saúde e a manter a forma. Corporações como Pão de Açúcar, Nestlé e bancos como Santander e BankBoston mantêm academias em sua sede — o que proíbe os executivos de usar a falta de tempo como desculpa para o sedentarismo.

Para contribuir ainda mais, os exames que medem o risco de ter problemas do coração estão cada vez mais sofisticados. Até recentemente, bastava manter o nível de LDL (colesterol “ruim”) no sangue abaixo de 130 miligramas por decilitro para escapar da zona de perigo. Hoje, um cálculo baseado em fatores como idade, histórico familiar e pressão sanguínea permite estimar o risco de um infarto nos próximos dez anos. Segundo um estudo recente do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, dos Estados Unidos, 37% dos americanos entre 45 e 64 anos apresentam taxas de colesterol elevadas — o dobro da proporção encontrada na faixa de 20 a 44 anos. Isso se deve também ao aumento do número de obesos nos últimos anos, que já somam 300 milhões em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Apesar dos números assustadores, é possível mudar esse quadro. “Existem apenas três fatores que não podemos mudar: idade, sexo e genética”, diz Timerman. “Em todo o resto, o homem pode interferir.” Moreira, por exemplo, largou o cigarro há mais de dez anos. Mudou os hábitos alimentares e há 12 anos pratica squash regularmente. Alguns problemas surgiram com o tempo, como dificuldade para enxergar de perto e dores musculares. Segundo ele, porém, a idade também trouxe compensações. “O arrojo e a ambição da juventude dão lugar à experiência e à maturidade”, diz Moreira. “Isso nos torna mais seletivos, exigentes e permite um sucesso mais fácil de ser alcançado.”

Espelho, espelho meu (rugas, mancha da pele, calvície e cabelos brancos)

Pode chamar de vaidade pura e simples. Mas quem, afinal, gosta de se olhar no espelho e ver aqueles malditos pés-de-galinha nos cantos dos olhos? Ou reparar que mais alguns fios de cabelos se perderam? Ok. É impossível — e talvez indesejável — fazer o tempo parar. Mas hoje muitas de suas marcas podem ser postergadas. As rugas estão entre elas. Comece mantendo a pele protegida dos raios solares, cuidando da alimentação (diminuindo principalmente amido e açúcar), equilibrando o estresse e fugindo do cigarro. Só a mudança no estilo de vida pode proporcionar alguns anos a menos na imagem do espelho. “Muitos pacientes pensam que rugas e manchas só aparecem por causa da idade”, diz a dermatologista carioca Luci Magalhães, dona de um consultório na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro. “Na maioria dos casos, o problema não está na idade, mas na alimentação, no sol exagerado e no cigarro.”

Além dos cuidados preventivos, atualmente há inúmeras técnicas para aliviar as marcas que os anos deixaram na pele daqueles que não se cuidaram no passado. Entre os queridinhos dos vaidosos estão as injeções de toxina butolínica (mais conhecida como Botox). Há mais de uma década no Brasil, o Botox é usado para disfarçar sulcos na testa ou entre as sobrancelhas, suavizar linhas de expressão e até vincos na pele do colo – isso tudo sem ter de passar pelo bisturi, o que explica sua grande popularidade.

Apesar de livrar muita gente da mesa do cirurgião plástico e facilitar a vida de quem não tem tempo para se recuperar de uma cirurgia mais detalhada, a aplicação do Botox tem seus riscos. Como tem efeito de paralisar os músculos, se mal aplicada, a toxina pode limitar os movimentos do paciente.

O cuidado estético também deixou de ser visto como uma coisa das mulheres. “Muitos homens na faixa dos 50 anos vêm até a clínica para se sentir mais jovens”, diz Luci. “A principal preocupação deles é recuperar os fios de cabelo perdidos.” A clínica paulista Corplus atende uma média de 25 executivos por mês só para fazer transplante capilar. Segundo o cirurgião plástico Ricardo Lemos, da Corplus, a procura desse tipo de tratamento por executivos aumentou 20% nos últimos três anos. A boa notícia para eles é que a medicina também está avançando nesse campo: pesquisadores estão testando alguns tratamentos que combatam a calvície e que devem estar disponíveis em poucos anos.

Há quem considere importante manter a boa aparência mesmo para fechar um negócio. “A mulher executiva deve mostrar sempre uma imagem de sucesso”, diz Iêda Novais, de 52 anos, diretora da Mariaca e Associados, empresa paulista de recrutamento de executivos. Ao completar 40 anos, Iêda cercou-se de cuidados: adotou o uso diário de protetor solar, passou a fazer manutenção da pele com peeling ou esfoliação, usa cremes dermatológicos e diminuiu a quantidade de carne vermelha na alimentação. Além disso, há mais de dez anos tornou-se assídua jogadora de golfe. Aos 52 anos, Iêda trabalha das 7 da manhã às 6 da tarde (quando as reuniões não prolongam o expediente) e viaja a negócios pelo mundo sempre que necessário. “A maturidade só nos traz vantagens”, diz ela. “É sempre um desafio manter aquilo que você construiu. É só saber envelhecer de acordo com o ritmo do corpo.”

Mulher de fases (menopausa, osteoporose)

A psicóloga paulista Marisa Baltazar havia acabado de completar 43 anos quando entrou na menopausa. “Imediatamente iniciei o tratamento com reposição hormonal”, diz ela, hoje com 49 anos. “Depois de um mês já senti melhoras físicas e psicológicas.” A opção de Marisa seria muito mais popular se as terapias de reposição hormonal — conhecidas como TRH — não estivessem envoltas em controvérsia. A maior ameaça está no aumento do risco de câncer de mama.

Segundo o oncologista gaúcho Bernardo Garicochea, coordenador do serviço de aconselhamento genético do hospital Sírio Libanês, de São Paulo, os estudos mais recentes comprovam maior incidência de câncer em mulheres que fazem a reposição, mas não um aumento da mortalidade. Por esse motivo, na maioria das vezes a reposição é, sim, o melhor remédio.

A alimentação pode ser também uma aliada nessa fase. A inclusão de soja no cardápio feminino pode diminuir significativamente os sintomas mais comuns do período. Enquanto 80% das mulheres americanas e brasileiras sofrem com os sintomas da menopausa, apenas 18% das asiáticas passam pelos incômodos. A explicação para isso está nos hábitos alimentares. Alguns estudos mostram que o consumo de 20 a 40 gramas de soja por dia pode cortar os típicos calores que as mulheres passam nessa fase.

Saber o que comer também pode livrar as mulheres de um fantasma que vem aparecendo mais cedo na vida delas: a osteoporose. Vinte anos atrás, a doença era uma preocupação apenas para quem passava dos 60 anos. Hoje, com o número maior de mulheres que trabalham fora e são sedentárias, a osteoporose está chegando mais cedo. A psicóloga Marisa, por exemplo, identificou a doença aos 43 anos. “Estava com idade óssea de 65″, diz ela. “Tive de mudar a alimentação, acrescentando derivados de cálcio no cardápio, e incluir caminhadas na minha rotina.”

O mal é um problema de saúde pública nos Estados Unidos. Segundo a Fundação Nacional de Osteoporose, 44 milhões de americanos sofrem da doença (30 milhões deles são mulheres). No Brasil, estima-se que 10 milhões sofram da doença. “A melhor prevenção é manter uma alimentação rica em cálcio e fazer exercícios físicos”, diz o ginecologista Rogério Machado, professor da Faculdade de Medicina de Jundiaí, no interior de São Paulo. “Uma recomendação que pode ser seguida bem antes de se chegar à casa dos 40.”

Vencendo o tabu (câncer de mama e de próstata)

Os avanços da medicina estão encorajando uma mudança de postura em relação a doenças e hábitos encarados como tabus. É o caso do câncer. Atualmente, os médicos estão recebendo muito mais pessoas interessadas em saber antecipadamente da possibilidade de desenvolver tumores. “Há 20 anos, 75% dos casos de câncer de próstata diagnosticados eram incuráveis”, diz o urologista Sami Arap, professor da Faculdade de Medicina da USP. “Agora diagnosticamos 80% dos cânceres como curáveis.” Segundo Arap, por ser uma doença assintomática, o câncer de próstata (incidente sobre 2,7% dos homens) muitas vezes era detectado quando já não havia mais chance de cura. Hoje, com um simples teste de sangue (o PSA) é possível saber se o paciente faz parte do grupo de risco. E a medicina promete mais. Nos próximos cinco anos, com apenas uma picada no dedo os médicos poderão não só identificar a predisposição de o paciente vir a ter câncer de próstata como também saber qual o possível grau do tumor. Isso poderá livrar muitos homens de ter de sujeitar-se ao temido exame de toque retal (ainda fundamental para os que passaram dos 50 anos).

Para as mulheres também há boas notícias no campo da detecção de tumores de mama (mal que acomete 7% das brasileiras). Além de exames convencionais, como mamografia e ultrassonografia, alguns médicos vêm recomendando um exame de DNA para pacientes que apresentam casos da doença em parentes próximos. Por meio do exame, é possível verificar (com antecedência) se há risco de desenvolver a doença e se é necessário colocar a paciente sob vigilância. Os avanços não devem parar por aí. Nos Estados Unidos, o laboratório Eli Lilly está testando a raloxifene, droga para combater a osteoporose que poderá também diminuir o risco de câncer de mama. “Quando uma paciente não se cura totalmente, procuro fazer com que ela tenha a melhor qualidade de vida possível”, diz Garicochea, do hospital Sírio Libanês. “Afinal, em pouco tempo pode surgir um tratamento mais eficaz.”

Enquanto isso não acontece, a recomendação é fazer exames preventivos. E não deixar de seguir os conselhos exaustivamente repetidos pelos médicos: não fumar, manter uma boa alimentação e praticar atividades físicas. A qualidade de vida, agora, e no futuro, depende basicamente de atitude.

(*) É jornalista e editora da revista Você RH (Editora Abril).

Fonte: Portal Exame.

 

Coincidência? Não, sincronicidade.

Por Rique Nitzsche*

A Forbes é uma revista quinzenal e também uma empresa de mídia que oferece “informação para os líderes mundiais dos negócios”. A Forbes se intitula “a ferramenta capitalista” e está no mercado desde 1917. Sua concorrente próxima é a Fortune, uma revista de negócios global fundada em 1930 e editada pela Time Inc. A Fortune é conhecida por publicar a lista das maiores empresas do mundo, das mais admiradas e das melhores para trabalhar. Ambas as revistas são referências confiáveis para os administradores do universo dos negócios.

No primeiro dia de maio de 2012, o site da Forbes publicou um artigo da escritora Jeanne Liedtka. No dia seguinte, o site da Fortune apresentou um artigo do autor Saul Kaplan. Ambos os artigos abordavam um assunto que, cada vez mais, está presente no mundo moderno dos negócios, uma metodologia chamada design thinking. Não é coincidência, uma ocorrência casual de fatores. O design thinking vem sendo reconhecido pela mídia dos negócios. Até pelas mais conservadoras.

Porém, outras publicações americanas de negócios abriram espaço para o design thinking há tempos. A BusinessWeek, agora rebatizada de Bloomberg Businessweek, abriu sua capa em maio de 2004 para dois designers de meia idade sob o título “O Poder do Design” e com uma chamada apontando a IDEO como uma empresa que criava experiências inéditas e ajudava seus clientes a inovar.

A FastCompany, a revista dos novos negócios, publicou em março de 2006 um artigo com o título de “Design Thinking, o que é isso?”. O autor, Mark Dziersk, afirma que a metodologia do design thinking é um protocolo que qualquer negócio ou profissão pode usar para alcançar extraordinários resultados. Sua memória pula até seu professor do colégio, cuja paixão pelo design prendia a atenção dos alunos. Dziersk não esquece a convicção das suas palavras: “qualquer área profissional – medicina, advocacia, coreografia ou política – pode se beneficiar empregando o design thinking para obter melhores resultados”. Dziersk entende que o ambiente dos negócios demorou para aceitar o potencial da hipótese do seu professor.

Em junho de 2008, o design thinking é chamada de capa de uma publicação de negócios, a Harvard Business Review. Tim Brown, CEO da IDEO, escreveu um artigo explicando a metodologia e termina a matéria com um exemplo real. A metodologia do design thinking ajudou o Bank of America a criar um programa de poupança chamado “Fique com o troco”. Resultado do projeto: em menos de um ano, o número de clientes cadastrados superou cinco milhões de pessoas que pouparam mais de US$ 500 milhões. O design thinking identificou um aspecto do comportamento humano e converteu-o em benefício para os clientes do banco e em valor da marca.

Então, vamos ver o que esses dois artigos bem recentes têm a dizer.

Comecemos pelo artigo que foi publicado no Dia do Trabalho. Sua autora, Jeanne Liedtka, é especializada em pensamento estratégico, inovação, design e liderança, além de aprendizagem corporativa através de processos criativos. Ela é autora do livro “Designing for Growth”, lançado em 2011 pela editora da Escola de Negócios de Colúmbia, USA. O livro é dedicado a ensinar a prático do design thinking para administradores de negócios em geral.

O título do artigo é “Projetando para o Crescimento. Apple faz isso, então você pode.” Liedtka diz que as pessoas olham para a experiência da Apple e imaginam Moisés separando as águas do Mar Vermelho com seu poderoso bastão. Os mortais comuns podem atravessar as águas construindo uma ponte. Vamos parar de fantasiar e projetar a nossa própria ponte. Design thinking não é uma operação mágica, mas uma prática para criação de valor traduzido em aplicações reais no mercado para impulsionar o crescimento. Não exige poderes sobrenaturais porque é uma abordagem sistemática focada e interativa, mas que necessita de criatividade.

“O processo de pensamento de design começa com a coleta de dados.” Design thinkers fazem isso através de métodos etnográficos, como mapeamento da experiência do usuário. Mais adiante, no processo, concretizam suas ideias criativas na forma de protótipos com foco na hipóteses diferenciadas. Ao invés de usar dados analíticos para justificar uma nova ideia, ou usar métricas já existentes, as hipóteses criativas são testadas na realidade gerando outras métricas comportamentais, permitido um processo iterativo(**) contínuo de valores melhorados a cada teste.

Usando a empatia, busca de padrões de comportamento e geração de insights, os design thinkers podem parecer caóticos ou carentes de racionalidade. Mas, na verdade, o processo chega a ser chato porque é uma sequência de passos: explorar as necessidades atuais, sintetizar o aprendizado em insights e padrões, e gerar protótipos para testar essas ideias no mercado. Porém Liedtka adverte que o processo pode ser irritante e confuso para um gerente tradicional e controlador. Se o processo parece ser imprevisível e desordenado é porque ele aceita a ideia que é um processo humano sujeito à ambiguidade e incerteza.

O processo do design thinking enfrenta os problemas humanos de frente. Aceita-se a ideia de que não estamos diante de um quebra-cabeças que só tem uma solução. Entendemos que os problemas são capciosos e com muitas variáveis e muitos stakeholders. Não se tenta domesticar os problemas, mas vivenciá-los para criar novas hipóteses que serão testadas. Aceita-se o mistério humano.

O artigo síncrono da Fortune também é de um escritor para empresários, no caso o livro “The Business Model Innovation Factory”, recém lançado em abril de 2012. O subtítulo é “como permanecer relevante quando o mundo está mudando”. Saul Kaplan é o fundador da Fábrica de Inovação Empresarial e muito bem recomendado – pelos escritores Daniel H. Pink e Alex Osterwalder e pelos autores, editores e co-fundadadores da revista Fast Company, William C. Taylor e Alan M. Webber.

O artigo de Kaplan conclama o poder do design thinking, que é muito mais do que produzir produtos sensuais. Kaplan diz que a inovação dos modelos de negócios e dos processos de trabalho permitem uma conquista de valor muito maior. Ele exorta as pessoas a acreditar: “sejam formadores de mercado, ao invés de seguidores”. Não é mais necessário afirmar que o design thinking é uma prioridade. Vamos parar de falar para começar o trabalhar na mobilização de novos modelos de negócios. É hora de ação.

“Precisamos de designers mais loucos focados na experiência do cliente e inovação do modelo de negócio.” Se você não tem um talento em design thinking na sua empresa, você está cometendo um erro. Se você está esperando um longo plano de negócio com uma análise financeira detalhada, você está perdendo tempo. Você precisa mais do que a metodologia científica tradicional. Você precisa de cientistas e designers loucos, de uma apaixonada exploração, de uma combinação de talentos, de uma poderosa narrativa para criar novos modelos de negócios. Precisa-se tentar mais coisas. Design thinking e pensamento analítico, criatividade e método científico não são mutuamente exclusivos. Precisamos de ambas as abordagens para projetar novos sistemas para acertar um caminho novo. Pode parecer confuso, mas é necessário.

Não fiz uma tradução literal dos textos. Extrai o conteúdo das duas mensagens misturando tudo com a minha experiência profissional como design thinker. Mas, pensem em uma coisa. Por que as duas tradicionais revistas de negócios publicaram os artigos quase simultaneamente? Porque o assunto está quicando pela sala da editoria. Porque se precisa, com urgência, de novas formas de resolver os problemas que se tornaram doenças estruturais crônicas. O mundo está em crise. Os negócios estão em crise. Está na hora de experimentar novas formas de enfrentar os problemas.

(*) É design thinker com 18 anos de experiência em design thinking, diretor de criação da AnimusO2, especialista em inteligência em Shopper Marketing, mais de 100 prêmios no mercado nacional, editado em mais de 30 publicações no exterior, professor responsável pelas cadeiras de Design Estratégico e Design Thinking da pós-graduação da ESPM-RJ, criador do d.think que oferece cursos intensivos de Design Thinking.

(**) É um processo de solução para uma operação ainda não resolvida, no qual o resultado final é o somatório de diversas e sucessivas operações com variáveis controladas. Cada tentativa revela dados para a correção da tentativa seguinte.

Fonte: Portal Administradores.

Por Christian Barbosa*

A última pesquisa que realizei em conjunto com a Revista Você S/A analisou como o brasileiro tem usado seu tempo durante o expediente, e os dados são realmente intrigantes. Em primeiro lugar, o brasileiro está trabalhando muito. De acordo com os dados, mais de 46% dos entrevistados trabalham mais de 9 horas por dia, o que, obviamente, não significa que trabalhar mais é trabalhar melhor, com mais produtividade, muito pelo contrário.

Já 80% dos entrevistados afirmam que perdem de 1 hora a 3 horas por dia sem fazer nada de efetivo, ou seja, horas gastas de forma totalmente inútil. Eu sempre digo que as pessoas não têm problema de falta de tempo, elas têm problema é com a gestão do tempo que possuem. Estão literalmente desperdiçando.

Outra pergunta ainda mais direta foi: você enrola durante o horário de expediente? Neste caso, com a total sinceridade de uma pesquisa anônima, obtivemos o impressionante número de 80% dos entrevistados que confirmaram enrolar de 30 minutos até 3 horas por dia!!! Interessante não?

Claro que isso não acontece por fatores isolados na empresa, é uma série de questões de ordem administrativa, técnica, burocrática e de liderança que podem estar gerando esse desperdício de tempo.

Quer um exemplo? Pense nas últimas semanas, quantas vezes você não fez nada de útil, simplesmente porque não tinha nada priorizado para fazer? Ou, porque dedicou seu tempo a uma tarefa errada que possivelmente foi descartada ou não utilizada por quem pediu? Pense em quantos vendedores perdem vendas, nas lojas, porque ficam parados conversando ou pensando em qualquer outra coisa.

O problema não é só da liderança, é de todos! Claro que os líderes ficam com a maior responsabilidade por mudar esse quadro, definindo prioridades, ajudando o time a se engajar em suas atividades, etc., mas cabe a todos dentro da empresa olhar para o seu próprio umbigo, ser honesto consigo mesmo e se autoavaliar: será que eu poderia gerar mais resultados para a empresa ou contribuir de alguma outra forma? Se a resposta for sim, então arrume algo para fazer. Se for não, então talvez você esteja tão desengajado que seja melhor procurar outras alternativas.

Se analisarmos os dados referentes à Internet, a coisa fica ainda mais crítica. 84% dos entrevistados afirmam que acessam redes sociais durante o horário de trabalho, 11% confirmam que veem pornografia, 56% fazem compras online e impressionantes 2% fazem sexo virtual. Tudo isso durante o expediente (já parou pra pensar nisso? Dá-lhe multitarefa!!!!).

Eu não estou dizendo que isso não deva acontecer, pois é humano desperdiçar tempo com nada, o que é totalmente diferente do conceito de “Ócio Criativo”, de Domenico di Masi, que significa, investir tempo e não desperdiçá-lo! Por exemplo: Quando eu quero escrever, eu ligo música, navego sem destino, fico pensando em ideias meio sem nexo, mas que no final me ajudarão a compor um texto (exatamente como fiz antes de começar a escrever este aqui).

Desperdiçar tempo, enrolar, ver pornografia, etc., são atividades que desperdiçam seu tempo e não geram resultados.  A única forma de não ter desperdício de tempo seria se tivéssemos robôs trabalhando ao invés de seres humanos! Precisamos sim, de um tempo para agendar um médico, pensar no filho, ligar para a namorada, dar uma fuxicada no Facebook, é normal! O que não podem ocorrer são exageros. Muita gente enrola durante o expediente e precisa fazer hora extra, deixa de ver os filhos, de ir à academia, fica mais cansada e a vida fica com aquela sensação de que está passando rápido demais.

O que a pesquisa comprovou é que estamos trabalhando mal, em maior quantidade, com mais estresse e com menos resultados. É preciso um esforço conjunto da liderança, da equipe, da presidência, do RH, do TI, para que haja uma conscientização coletiva e que o desperdício seja minimizado.  Nunca foi tão necessário adotar práticas de produtividade nas empresas.

Não adianta querer varrer o problema para debaixo do tapete, é preciso enfrentá-lo antes que seja tarde demais!

Use seu tempo com muita sabedoria, afinal tempo perdido jamais será recuperado!

(*) É especialista em administração de tempo e produtividade e fundador da Triad Consulting (empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo). Facilitador do programa de empreendedores do Sebrae/ONU-Empretec e autor dos livros ‘A Tríade do Tempo e Você’, ‘Dona do Seu Tempo’, ‘Estou em Reunião’ e ‘Mais Tempo, Mais Dinheiro’.

Fonte: www.christianbarbosa.com.br.