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Os resultados mostraram que praticamente 100% dos jovens entre 14 e 19 anos (Geração Z) participam de alguma rede social.

A Quest Inteligência de Mercado divulgou um estudo que analisa o mercado de diferentes faixas etárias. Foram ouvidas 600 pessoas na capital paulista, com idade entre 14 e 51 anos, para realização do “São Paulo em Foco: Gerações X, Y e Z”. A pesquisa revela as diferenças e similaridades existentes entre essas três Gerações – X (32 a 51 anos), Y (20 a 31 anos) e Z (12 a 19 anos).

Os resultados mostraram que praticamente 100% dos jovens entre 14 e 19 anos (Geração Z) participam de alguma rede social, 75% usam celulares (16% navegam na Internet por esses aparelhos) e 60% se preocupam com a beleza do corpo e do rosto.

Paralelamente, a faixa etária entre 32 e 51 anos (Geração X) continua com assíduos leitores (55%) e os adultos entre 20 e 31 anos (Geração Y) mantêm o hábito de visitar os amigos (51%) e de consumir refrigerantes (52%). Os jovens da Geração Z, entretanto, leem menos (14% preferem jornais e 23% revistas).

“A principal diferença entre as gerações está no uso que fazem da Internet, das redes sociais e da tecnologia. Isso se reflete em seus hábitos de consumo, comportamento de compra e lazer”, explica Luís César Périssé, sócio-diretor da empresa e coordenador da pesquisa.

Segundo ele, a Internet promove grandes mudanças sociais e essas gerações têm sido os principais agentes de mudança, dependendo do seu grau de interação social, isto é, da sua capacidade de influenciar pessoas por meio de suas ações na web.

“São agentes de mudanças os que produzem e compartilham conteúdo na web e nas redes sociais: 61% no total das 3 gerações. Na Geração Z essa proporção se eleva para 79%, na Geração Y, 71%, e na geração X, 48%”, informa Périssé.

Para quem não sabe, o “Z” é a denominação comum daquilo que esses jovens fazem de melhor: zapear, saltando com desenvoltura da TV para o telefone; do videogame para alguma rede social na web; ou do MP4 para o e-book.

Esta controversa geração é consumidora voraz das novidades que o mundo tecnológico tem a oferecer, mudando de atitude tão rápido quanto uma mensagem no Twitter. Com o mundo 2.0 no DNA, é difícil imaginá-los vivendo da mesma forma que as gerações anteriores – sem telefone móvel, Internet, MP3, câmeras digitais ou tevê a cabo.

“Nascida sob os auspícios da estabilidade econômica, em um país com inflação de um dígito e governo democrático, a chamada Geração Z é um fenômeno que encanta e surpreende, pela sua enorme capacidade de assimilar as transformações tecnológicas em curso, neste mundo 2.0″, enfatiza o coordenador da pesquisa.

Fonte: Adnews.

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Levantamento da WMcCan foi realizado com 3.050 entrevistados de cinco países da América Latina.

Por Sylvia de Sá*

Os consumidores emergentes não têm hábitos de navegação na internet diferentes da classe média tradicional. Hoje, o nível de maturidade entre os dois segmentos de mercado é bastante parecido, sendo as atividades mais frequentes a comunicação, o lazer, a interação e o compartilhamento. É o que indica uma pesquisa da WMcCann, que traçou o perfil dos internautas da classe C na América Latina e definiu oito verdades sobre as mais de 80 milhões de pessoas emergentes que acessam a web na região.

A primeira delas mostra que “A internet está tornando o sonho de Che Guevara real“. Segundo o levantamento, o aumento do uso do meio digital promove igualdade social de forma mais rápida do que o aumento da renda e da qualidade da educação. “Ajuda oficial – nem sempre necessária na vida, tampouco na web”: Esta é a segunda verdade classificada pela pesquisa e indica que o consumidor emergente vem desenvolvendo um alto nível de autonomia e independência no mundo digital.

Em terceiro lugar, aparece a afirmação “Não espere o óbvio. Esta é a terra do ‘jogo bonito’“, que aponta para uma mudança no uso original das plataformas online. Quando perguntados se as redes sociais são apenas para relacionamentos, por exemplo, os entrevistados informaram que também as utilizam para negócios, carreira e família. “Vive-se melhor, mas ainda há muito pelo que se rezar” aparece como a verdade 4 e refere-se ao espaço que pode ser preenchido pelas marcas que desejam construir vínculos mais fortes com este consumidor.

A quinta verdade, “Melhores pais, melhores filhos“, mostra que para os emergentes a internet é um lugar para trocar preocupações e aprendizados. De acordo com a verdade 6 (“Internet e sedentarismo não combinam. Jura? Juro!“), os internautas da classe C também veem o digital como um aliado para a adoção de hábitos mais saudáveis, enquanto a afirmação de número sete diz que “Marcas são musas. Pessoas são juízas” e chama a atenção para o fato de que as marcas inspiram e as pessoas comuns e seu endosso são as melhores fonte para validação.

A oitava e última verdade traçada pela WMcCann aponta para um antagonismo: “Comprar bem é a bela, gerenciar é a fera“, e sugere que o “brilho” de uma compra bem feita pode deixar os consumidores emergentes “cegos” diante das outras possibilidades da internet para ajudar em suas finanças. Gerenciar o dinheiro, por exemplo, assustaria e afastaria as pessoas. O Levantamento provém de 3.050 entrevistas em profundidade, realizadas em 26 cidades de cinco países (Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica e México), entre janeiro e fevereiro de 2011.

(*) É repórter do Mundo do Marketing.

Fonte: Mundo do Marketing.

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Por Karla Santana Mamoma*

No dia 11 de junho, começa a Copa do Mundo na África do Sul. Os jogos serão transmitidos no Brasil às 8h30, às 11h e às 15h30. Para muitos profissionais, esses horários competem com o de trabalho. Mas será que as empresas irão liberar seus funcionários para assistir às partidas?

Um levantamento realizado pela Curriculum, com 574 empresas, apontou que 63,25% vão liberar seus colaboradores, enquanto 36,75% não irão dispensar.

“É um evento mundial, e como o Brasil é o país do futebol, seria oportuno que as empresas utilizassem este momento como uma forma de integração e capitalizassem positivamente em cima disso, melhorando o clima organizacional”, afirma o presidente da Curriculum, Marcelo Abrileri.

Confraternização
Das empresas que planejam dispensar seus profissionais, 55,2% aproveitarão o momento para proporcionar uma confraternização. No entanto, 19% disseram que ainda não pensaram se vão realizar ou não algum tipo de integração entre os funcionários durante os jogos.

Dentre as empresas que irão festejar os dois primeiros jogos, 62,4% pretendem aproveitar o momento e confraternizar com os profissionais na própria empresa e 16,4%, fora do local de trabalho. Quando questionadas se pretendem patrocinar os comes e bebes, 56,9% responderam que sim e 27,1%, que patrocinarão parcialmente.

Jogos da seleção brasileira
Em relação ao primeiro jogo da seleção brasileira, que acontecerá em 15 de junho, às 15h30, 34,6% dispensarão seus funcionários uma hora antes do jogo e 86,4% irão dispensá-los também depois da conclusão da partida.

Quanto ao terceiro jogo do Brasil, que acontecerá no dia 25 de junho, às 11h, 53,1% pretendem voltar ao trabalho logo após o jogo. Caso o Brasil se classifique para as quartas de final, 83,8% pretendem continuar com os mesmos padrões de comportamento dos jogos anteriores.

(*) Membro da equipe InfoMoney.

Fonte: InfoMoney, www.infomoney.com.br.

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Agradeço as pessoas que responderam a enquete: o que é ser bem-sucedido? Seguem as 13 respostas recebidas:

“Ser bem-sucedido é ser livre.” – Anna Vilela | Alfenas/MG.

“Ter sucesso é trabalhar bem, com amor e ser reconhecido por isso.” – Pedro C. Campos | Rio de Janeiro/RJ.

“Ser bem-sucedido é gostar do que faz na profissão, ter tempo para fazer o que gosta na vida e se preocupar apenas algumas vezes com dinheiro.” – Renata F. C. Matos | São Paulo/SP.

“Ser bem-sucedido é ter Deus no coração, trabalhar com realização, curtir as pessoas amadas e poder pagar as contas.” – Suzy Farias | Maceió/AL.

“Ser bem-sucedido ou ter sucesso é viver a vida com satisfação e ser feliz.” – Carlos S. F. Sanches | Natal/RN.

“É ter uma vida equilibrada profissional e pessoalmente. Ter saúde, realização no trabalho e uma família feliz.” – Wladimir Santos | São Paulo/SP.

“É você conseguir ser feliz com as suas conquistas.” – Maria Cândida | Recife/PE.

“É ter uma vida equilibrada entre o que o dinheiro pode comprar e o que ele não pode.” – Frank Vargas | Campinas/SP.

“Ter sucesso é a consequencia de muita dedicação ao trabalho, aprimoramento do talendo, desenvolvimento do espírito, ter amigos e  poder dizer não quando necessário.” – Ricardo O. Mattos | Philadelphia/PA (USA).

“Ser bem-sucedida é ter uma vida pessoal feliz, uma vida profissional plena e dinheiro suficiente para não ter que se preocupar com ele.” – Thais S. de F. Caldas | Recife/PE.

“É ser reconhecido pelo que você faz no trabalho e querido pelo que você é na vida pessoal.” – Fernando A. Farias | Natal/RN.

“Ser bem-sucedido é ter autonomia no trabalho, ser uma pessoa espiritualizada, poder curtir a família o suficiente para não sentir remorso, amar e ser amado, com dinheiro para viver com dignidade.” – George Teixeira | Niterói/RJ.

“É realizar com ética, ser respeitado pelo que é e não pelo que tem, ter uma família equilibrada, saúde, amigos verdadeiros e tranquilidade para aproveitar os prazeres da vida.” – Carlos Roberto Martins | São Paulo/SP.

Para você o que mais simboliza o sucesso?

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