Archives For Artigos de Albírio

Por Albírio Gonçalves*

“Ficar sem dormir é tão arriscado para a segurança pública e pessoal quanto ir trabalhar bêbado de manhã.” – Stanley Coren.

De acordo com a Fundação Nacional do Sono, se você está tendo problemas para permanecer alerta durante reuniões entediantes ou monótonas, o problema é você. A rede de TV americana CNN divulgou, há alguns meses, que pesquisas revelaram que a privação do sono custa aos negócios americanos, aproximadamente, 150 bilhões de dólares por ano, com alto índice de estresse e produtividade reduzida no ambiente de trabalho. No Brasil, ainda não há estatísticas confiáveis neste sentido. Segundo o Dr. James B. Maas, autor do livro O Poder do Sono (Editora Ground), quando as pessoas são seriamente privadas de sono, perdem a destreza verbal e a capacidade de resolver problemas, não conseguem se concentrar e experimentam mudanças bruscas de humor. Estudos indicam (e a prática constata) que nos dias atuais, estamos trabalhando mais, enquanto dormimos 20% menos que nossos avós. Esta equação não poderia resultar em coisa boa, não é verdade?

O problema da privação do sono é tão sério que, atualmente, há uma tendência que envolve executivos em viagem. Segundo um artigo publicado no Wall Street Journal, mas que retrata uma realidade mundial, executivos em viagem estão optando em dormir cedo ao invés de circular para conhecer a cidade visitada ou curtir à noite. Para muitos homens e mulheres de negócio, viajar é o único momento de descanso que desfrutam, o que é alarmante. A indústria do turismo chama este comportamento, que vem se disseminando, de “encasulamento”.

Executivos que se privam do sono ficam expostos a um grande número de problemas, desde eficiência e rendimentos reduzidos até a fadiga crônica. Estudos advertem que a falta de sono pode reduzir a capacidade criativa em 30%. Quando uma pessoa não descansa o suficiente, o corpo tende a “reduzir o ciclo”, até que a exaustão se instala com o tempo. Os insones, categoria na qual me incluo, conhecem bem a luta que é para evitar que a fadiga se aloje. Momentos de relaxamento, pausas curtas durante o trabalho para alongar, alimentação correta e exercícios físicos atenuam, mas não resolvem o problema. Nada como noites bem dormidas.

Geralmente, executivos são pessoas muito competitivas que desejam absorver o máximo de cada minuto e se esforçam obstinadamente para conseguir isso. Não raro, trabalham finais de semana em casa, vão para a cama com os notebooks, e os seus smartphones ficam ligados 24 horas por dia, sete dias por semana. Ou seja, são verdadeiros workaholics. Muitas empresas já não veem com bons olhos este tipo de profissional, que em médio prazo tem queda brusca de rendimento. Grandes perdas financeiras e acidentes também podem ocorrer, em virtude do déficit de atenção gerado pela privação do sono.

Dormir bem, com qualidade, tendo um sono reparador, tranquilo e sem interrupções não é luxo, mas uma necessidade do corpo humano. Então, o que fazer para melhorar a qualidade do sono? Especialistas no assunto recomendam algumas dicas, como:

  1. Reconhecer que existem problemas para dormir;
  2. Desenvolver uma rotina regular para ir dormir e se levantar, pois assim o corpo humano tem mais possibilidade de se restaurar;
  3. Evitar “tentar dormir”. Vá para a cama só quando estiver realmente com sono e não fique acordado por mais de meia hora. Se isto acontecer, levante-se, faça uma atividade tranquila e volte para a cama só quando estiver com sono;
  4. À noite, beber pouco líquido e evitar atividades estimulantes, como: exercícios físicos, assistir aos noticiários na cama, cafeína, álcool, refeições pesadas e tabaco – de 4 a 6 horas antes deitar;
  5. Elevar a cabeceira da cama, diminuir o barulho, a luz e temperatura excessiva e criar um ambiente tranquilo no quarto;
  6. Aprender a lidar com o estresse e não usar remédios para dormir sem receita médica, pois alguns podem causar dependência e prejudicar a saúde;
  7. Evitar cochilar à noite;
  8. Usar roupas confortáveis  para dormir;
  9. Ao deitar, junto com a luz, apagar os problemas do dia e pensar em situações amenas e prazerosas;
  10. Fazer um lanche leve, caso sinta fome. Se gostar, beber certos chás, como, por exemplo: erva cidreira e maracujá;
  11. Instituir o “Dia da Recuperação”. Muitos estudiosos pregam que é melhor criar uma rotina para dormir, mas, na falta desta rotina, escolher um dia na semana de trabalho para sair mais cedo, não levar tarefas para a casa e ir para cama antes do horário regular traz benefícios;
  12. Ser adepto da sesta, tirar uma soneca após o almoço pode ser restaurador.

O cerne da questão é o seguinte: apesar de sentir que pode explorar muito a sua capacidade para o trabalho, você não pode fazer o seu melhor todo dia se não tiver um tempo adequado de descanso. Qual é esse tempo? Especialistas sugerem que varia de pessoa para pessoa. Contudo, as pesquisas mais atuais reforçam o que os nossos pais e avós já nos falavam desde a nossa tenra infância: dormir oito horas por noite é o mais recomendado. Quando a pessoa consegue descansar o suficiente, há grande possibilidade de se conseguir um nível de desempenho e produtividade superior que ultrapassa o tempo adicional dedicado ao sono de oito horas. Quem dorme mal, e não faz nada para resolver o problema, não cuida de si mesmo. Dormir bem é excelente para a saúde e para a carreira. Pense nisso! Sucesso, Boa Sorte e… Zzzzzzzz!!!

(*) Artigo inspirado e baseado no texto “Besteira nº 22 – Não cuidar de si mesmo”, do “Capítulo 5 (Desenvolvimento Pessoal)”, do livro “Besteiras Administrativas: 57 Armadilhas Que Você Deve Evitar” (Editora Senac), de Mark Eppler.

Por Albírio Gonçalves

“Sabe esses dias em que horas dizem nada… Se tudo piorar não sei do que sou capaz”. Essas duas frases da música Tédio, do Biquini Cavadão, refletem o quanto o tédio na vida, inclusive na profissional pode ser prejudicial. Geralmente, é a rotina enfadonha do dia-a-dia profissional, aliada a falta de desafios, que transformam o horário do expediente em uma verdadeira tortura emocional. E a sensação de desânimo cresce. A pessoa passa a trabalhar no piloto automático, aumentando a possibilidade de erros e as coisas só tendem a piorar, criando-se um círculo vicioso prejudicial à carreira e à saúde. A procura por apoio psicológico motivado pelos sintomas do tédio tem aumentado em muitas empresas, em muitos casos, superando os de estresse.

Muitas pesquisas indicam que o nível de satisfação com a carreira e o trabalho é inversamente proporcional ao tempo de permanência do profissional em uma mesma empresa. Alguns estudiosos pregam que o período máximo é de quatro anos para que a pessoa feche um ciclo profissional. Entretanto, existem pessoas que, mesmo com muitos anos de empresa, não perdem a motivação.

Qual o problema, então? Acredito que seja a falta de desafios, o receio de ousar e a personalidade da pessoa envolvida. Credito menor peso à empresa em si, pois a pessoa, comumente, tem a opção de permanecer ou sair do emprego. Sei que a decisão da saída, às vezes, e por todos os compromissos que se tem, não é fácil. Mas pode ser a única saída.

Diferentemente da desmotivação que pode ser originada por problemas externos, o tédio está mais relacionado à maneira como a pessoa encara as situações da vida pessoal e profissional. Há de se ter o cuidado em não confundir emprego tedioso com fases de tédio que acontecem por várias razões, como: momento ruim do mercado, falta de autonomia no cargo, relacionamentos ruins, frustração por ter sido preterido em uma promoção, entre outras.

Como resolver o problema ou amenizar a situação? Sugiro que a pessoa faça uma auto-avaliação, investigue as causas do tédio, ouça a opinião dos colegas de trabalho e amigos e tenha uma conversa franca com o(a) chefe, na qual relate o problema e solicite mais desafios, objetivando melhorar o seu nível de motivação. Agora, se o tédio já houver proliferado por todo o departamento ou empresa, já era! Dificilmente a situação será revertida. É melhor procurar outro emprego, ou uma terapia. Sucesso e… Boa Sorte!

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Por Albírio Gonçalves

Como utilizar melhor o tempo para apresentar uma ideia? Todas as pessoas do mundo possuem a mesma quantidade diária deste bem tão precioso. Entretanto, algumas pessoas parecem que possuem uma quantidade de tempo maior. Na verdade, há pessoas que administram melhor o seu tempo do que outras. Disciplina e planejamento podem ser as chaves para essa questão.

Bem, imagine que você teve uma brilhante ideia e tem escassos minutos para apresentá-la e convencer. Como fazer?

É… a vida é dura! Mas você se surpreendeu com a ideia que teve. É a ideia da sua vida. Uma ideia verdadeiramente brilhante, capaz de fazer uma revolução. Agora, há um detalhe importante: você precisa apresentá-la à cúpula da empresa. Toma coragem e liga para a secretária da presidência, expõe o seu caso e pede uma reunião com o todo-poderoso. Ansioso com a data da reunião a ser marcada, é informado que a agenda do presidente está lotada até os Jogos Olímpicos de 2016. Você, mesmo desesperado, mantém a voz calma e pede “apenas” uma hora, míseros 60 minutos, pois a ideia pode ser bastante importante para o crescimento da empresa – e seu, obviamente, se tudo der certo. A secretária responde a sua pergunta com um simples: impossível. Então, você começa um leilão às avessas. 40 minutos, 30 minutos, 20 minutos. Contendo o choro, você suspira e pede: “por favor, consiga-me 10 minutos”. Comovida com a sua persistência, e para sua felicidade, 5 minutos foram arrumados entre duas reuniões importantes, na tarde do dia seguinte.

E agora, José? Você terá 5 minutos para convencer. Trezentos segundos que poderão mudar a sua vida. Uma única chance, um único alvo e somente um tiro. É matar ou morrer. O que fazer?

  1. É fato: ter pouco tempo para argumentar e convencer faz parte do jogo. Não entre em pânico. Pense que você teve uma oportunidade, que deve ser encarada como tal.
  2. Chega de lero-lero. Vá direto ao ponto. Comece pelo final. Vários estudos comprovam que os trinta segundos iniciais de uma apresentação são determinantes para prender a atenção da audiência. Pense nos comerciais de TV.
  3. Coloque-se no lugar dos seus interlocutores, procure pensar como eles e imagine quais serão as prováveis perguntas que farão. Esteja preparado para enfrentar resistências e preconceitos.
  4. Saiba que o seu tempo, por menor que seja, poderá diminuir. Caso você tenha 30 minutos, prepare mais duas versões da sua apresentação, uma com 20 minutos e outra com 5 minutos. Prepare-se para o imprevisto, tendo sempre em mente que você terá os trinta segundos iniciais para despertar o interesse das pessoas.
  5. Cuidado com o apagão! É isso mesmo que eu quis dizer. E se faltar energia? E se o computador falhar? Leve consigo várias versões da sua apresentação: uma em pendrive, uma em transparência (ainda funciona, no aperto poderá ser a salvação) e uma em cópias impressas. Faça o que for possível para não ser vencido pela nefasta Lei de Murphy.
  6. Uma imagem pode valer mais do que mil palavras. Imagens e gráficos simples são importantes para que as pessoas entendam as informações com mais facilidade, para não deixar a apresentação aborrecida e dar ritmo.
  7. Caso seja possível, procure marcar as suas apresentações para o expediente da manhã, período no qual as pessoas estão mais acessíveis.
  8. Lembre-se: quanto mais você planeja, quanto mais você se prepara, mais tempo disponível terá. Reúna todas as informações necessárias sobre a ideia, o mercado, a concorrência, etc..
  9. Treine, treine e treine. O espelho é um excelente parceiro nessas horas.

Existem muitas ferramentas disponíveis para proporcionar uma boa comunicação e contribuir para um bom desempenho em apresentações, mas nada substitui a sua atuação pessoal. Saiba que falar com objetividade não significa necessariamente falar pouco, mas transmitir a mensagem que se quer.

Espero que, da próxima vez que você tiver uma ideia brilhante e precisar vendê-la, esses conselhos sejam úteis. Sucesso e…Boa Sorte!

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Por Albírio Gonçalves*

Em vários lugares ao mesmo tempo – esse é o mote e uma necessidade crescente de muitas empresas e marcas. Interatividade é a palavra de ordem. As áreas mais promissoras no mercado de publicidade online são: mídias sociais, links patrocinados e internet por celular. A cada dia, a ficção do filme Minority Report fica mais próxima da nossa realidade. Através das novas tecnologias as empresas que trabalham com publicidade online tentam e testam novas formas das marcas e empresas-clientes se relacionarem com os consumidores.

No Brasil, já há empresas posicionadas como um “negócio de internet”, verdadeiras fábricas digitais. Elas fazem, praticamente, de tudo. Nelas há profissionais especializados em links patrocinados e em ganhar mais visibilidade em resultados de buscadores, como Google, Yahoo! e Bing; em gerenciamento de lojas virtuais; em ações de divulgação em celulares e em ferramentas Web 2.0, como Twitter, Orkut e blogs. Um exemplo desse tipo de empresa é a F.biz que vem conquistando a gestão de mídia de várias marcas importantes, como, por exemplo: Omo e outras seis marcas da Unilever, Positivo Informática e Ibmec On-line.

Algumas empresas já desenvolvem campanhas com divulgações simultâneas na internet, na televisão, no rádio, em revistas e na rua, como a CuboCC, que vem tirando proveito da demanda crescente por publicidade online e pela conquista dos consumidores através das mídias sociais.

O futuro já chegou e quem partir na frente no mercado publicitário e souber aproveitar o início desta nova onda, certamente, colherá bons frutos.

(*) Texto baseado em duas reportagens da Revista PME |Edição 22 | Dez./2009- Jan./2010

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Por Albírio Gonçalves

Parece paradoxal, mas a estabilidade profissional pode ser a maior inimiga de uma carreira. Muitas vezes, leva à acomodação, cega para a realidade do mercado e faz com que as pessoas façam uma avaliação distorcida da sua realidade. Não é incomum esta zona de conforto profissional servir de refúgio para muitos medos e dúvidas. Mas a vida é dinâmica. Mudanças são, e sempre serão, palavras de ordem. Não podemos contar com a estabilidade, pois tudo é impermanente. O que o mercado desejava dos profissionais há alguns anos é bem diferente do que deseja hoje e do que desejará em um futuro próximo. As mudanças são desconfortáveis, trazem ansiedade, dúvidas e insegurança. Todavia, são necessárias para a evolução profissional. E da vida!

Não estou dizendo para você mudar de emprego constantemente. O que trago à reflexão é a necessidade de fazer coisas novas, engajar-se em novos projetos, migrar de  área, ou seja, sair da zona de conforto e evoluir. Tenho visto muitos profissionais cheios de sonhos, mas sem objetivos e planos para agir, verdadeiros “barcos à deriva” acomodados com a “calmaria do mar da estabilidade”.

Então, o que fazer para evitar a estagnação profissional?  Sugiro que:

  • Faça um balanço da sua vida profissional;
  • Analise os sinais que o mercado está emitindo;
  • Mantenha-se informado sobre o que é relevante para a sua área de atuação;
  • Evolua  e adquira novos conhecimentos;
  • Saia da concha, abandonando a zona de conforto;
  • Seja pró-ativo e…comece a agir.

Saiba que um dia, por mais que resista, você será obrigado a sair da zona de conforto proporcionada pela estabilidade profissional. Cuidado para que não seja tarde demais para mudar quando este dia chegar. Boa Sorte e…Sucesso!

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Por Albírio Gonçalves

É preciso planejar! Planejamento é algo que todos concordam, muitos fazem, alguns fazem da mesma maneira e poucos fazem adequadamente. O planejamento nasce a partir dos grandes objetivos que a organização quer alcançar, demandando reavaliação constante e sólido trabalho em equipe. O objetivo maior do Planejamento Estratégico é desenvolver estratégias que guiarão a organização a obter um melhor desempenho e, consequentemente, um melhor resultado.

No universo corporativo, alguns executivos questionam e não acreditam na validade dos planejamentos anuais. Provavelmente, desconhecem as verdadeiras razões para esses planejamentos. Em alguns casos, participaram de processos “capengas” ou mal formatados ou, ainda, participaram de processos adequados, mas que tiveram uma comunicação das metas, dos objetivos e dos porquês ineficaz. Outro motivo de insucesso dos planejamentos é o excesso de objetivos e metas. Muitas vezes, os próprios executivos que participaram mais ativamente do processo não conseguem enumerá-los. Imagine quais as probabilidades dos colaboradores das organizações comprometerem-se com algo que não conhecem completamente. Lembre-se: nenhuma estratégia serve para nada se não for entendida e “comprada” pelos colaboradores.

A comunicação é um fator essencial para que as pessoas entendam e se comprometam com as estratégias elaboradas. Outro fator importante é a participação de todos os níveis da organização na elaboração do planejamento. Isso não é utopia. Tenho presenciado e facilitado processos de planejamentos estratégicos valiosos, que tiveram a participação de todos os níveis hierárquicos das organizações na avaliação do processo, e que conseguiram um alto grau de comprometimento do quadro de colaboradores, proporcionando a realização das metas mais facilmente. Claro, fica muito mais fácil aceitar e comprometer-se com algo que se entende e que se ajudou a dar vida.

Não raramente sou questionado se existe somente um modelo ideal de planejamento. A resposta é não. Na verdade, há alguns modelos muito interessantes de planejamento que são altamente eficazes. O ponto crucial da questão é a organização encontrar qual o modelo que melhor se adapta a sua realidade. Particularmente, gosto muito de um modelo que considera as seguintes etapas:

No Planejamento Estratégico:

  • Análises de Cenários Futuros (Exercitar o pensar o futuro considerando os cenários que impactarão no negócio).
  • Consideração dos Direcionadores dos Acionistas (Definição pelos acionistas das suas expectativas em relação ao negócio e que serão consideradas na definição das estratégias).
  • Definição das Estratégias (Focadas no negócio atual e em novas oportunidades, identificando fatores críticos de riscos e de sucessos, além de definir planos de contingência).

No Planejamento Operacional:

  • Plano Operacional (Desdobramento das estratégias em ações e elaboração do Plano Orçamentário).
  • Implementação das Estratégias (Execução e monitoramento das ações previstas no P.O.).
  • Análise Crítica (Comparação do que foi planejado em relação ao que está se realizando, identificando as causas das anormalidades e elaborando ações corretivas).

Avaliação do Processo:

Momento de grande aprendizado para a organização, no qual se faz a revisão e a avaliação de todo o processo de planejamento, além de proporcionar inclusões de melhorias.

Algumas organizações não possuem um processo de planejamento bem estruturado. Certamente, com o apoio de uma consultoria especializada em planejamento estratégico e em gestão empresarial estas organizações podem desenvolver os seus próprios modelos de planejamento, 100% adaptados às suas realidades, e passar a usufruir de todos os benefícios decorrentes de um processo de planejamento eficaz. O ato de planejar e decidir eficazmente devem ser desenvolvidos em todos os níveis das organizações, pois as estratégicas resultantes servirão de balizadores e direcionadores das ações empresariais. Estratégias bem definidas, bem elaboradas e compartilhadas com toda a organização fortalecem o posicionamento da empresa no mercado, além de permitir uma efetiva transformação organizacional para melhor. Acredite: planejar faz bem. Desejo-lhe sucesso em seu próximo Planejamento!

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